quinta-feira, 29 de setembro de 2016

aspira.

O longo período em silêncio do blog é igual minha mente criativa. Isso não significa que não tentei produzir nada, o que tentei não achei ser bom o suficiente ou adequado para o momento, ou até mesmo irrelevante para minha vida, etapa superada. Acredito que agora entendo aquela paradigma que os escritores dizem sofrer sobre não ter inspiração, ou talvez tenha até demais o difícil seja organizar e pôr em prática, esse pôr em prática teria que ser o famoso "vai de qualquer jeito pra vermos no que vai dar". A Tristeza de queimar ideias interessantes que vem assim é que num futuro próximo você pode vir a ler e pensar "poxa, hoje você poderia ter feito tão bem isso", mas enfim, toda ideia é válida e a mente precisa ser exercitada.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A casa das serpentes.

Não tenho capacidade de dizer se a mente humana viaja demais, ou apenas a minha, a questão é que hoje tem uma comparação interessante e curiosa sobre as serpentes e experiências ruins que já tivemos. Sim, eu sou dessas que faz uma ligeira pesquisa a respeito do assunto pra entender melhor, e convenhamos, preciso de uma introdução.

Características principais das serpentes:
  • Possuem a capacidade, em função de características anatômicas, de ingerir presas de grande porte (inteiras e sem necessidade de mastigá-las)
  • Possuem corpo com formato cilíndrico e alongado.
  • Não possuem membros aparentes (pernas).
  • Conseguem abrir a boca, atingindo até 180 graus.
  • Algumas espécies de serpentes são peçonhentas, ou seja, possuem a capacidade de produzir veneno, através de glândulas na boca. Estas serpentes venenosas injetam o veneno nas presas, usando dentes inoculadores (específicos para tal tarefa).
  • Possuem o corpo coberto por escamas, que funcionam como proteção mecânica e também para evitar a desidratação do animal.
  • A maior parte das serpentes é ovípara.
  • Se alimentam, principalmente, de mamíferos, aves, peixes e até de outros répteis.
  • Com relação ao habitat, são encontradas em quase todas as regiões do mundo, exceto em locais de clima muito frio.
"As cobras ficam entorpecidas, depois de comerem, enquanto decorre o processo da digestão. A digestão é uma atividade intensa e, especialmente depois do consumo de grandes presas, a energia metabólica envolvida é tal que na Crotalus durissus, a cascavel mexicana, a sua temperatura corporal pode atingir 6 graus acima da temperatura ambiente. Por causa disto, se a cobra for perturbada, depois de recentemente alimentada, irá provavelmente vomitar a presa para tentar fugir da ameaça. No entanto, quando não perturbada, o seu processo digestivo é altamente eficiente, dissolvendo e absorvendo tudo excepto o pelo e as garras, que são expelidos junto com o excesso de ácido úrico."

Nossa, obrigada pela aula de biologia!



Fazendo essa pequena pesquisa, me lembrei de uma história, não sei se é verídica, pode ser aquela coisa de lenda urbana. 
Houve um tempo em que uma garota começou a frequentar uma casa onde habitualmente as serpentes se reuniam, inclusive a chamaram de serpente também, é bem possível que ela tenha se tornado durante um tempo dado alguns eventos passados. Acontece que o processo de digestão não é muito fácil, por ser intenso, um dia a garota decidiu não insistir naquilo porque até então as doses de veneno que estava ingerindo era suportável, por mais que não concordasse com algumas, gostasse de outras, sabia que uma hora ou outra poderia ser fatal. Nossa como a garota pode ser ingrata com criaturas tão acolhedoras? Acredito que a garota que percebeu que o estilo de vida que a casa das serpentes fornecia, não condizia com o que eles aparentavam na sociedade, por isso tudo o que é exageradamente exposto tornasse exageradamente venenoso e sufocante. Definhou.

Interessante como em poucas palavras uma lembrança tola pode trazer tantas emoções. Acredito que no capítulo de hoje do querido nada, a lembrança da casa das serpentes pra garota é exatamente isso, nada.

Animais ... Ate os mais a sustadores  tem seu charme!!!:

clichês

Certamente você já assistiu a inúmeros filmes de romance aonde o personagem principal se apaixona e não é correspondido. Nessa jornada temos a melhor amiga que sabe de todas as coisas que a personagem vai fazer e tenta aconselhá-la sempre que possível, e o melhor amigo que tenta fazer o mesmo, a diferença é que esse amigo na realidade pode, ou não, ser o verdadeiro amor do personagem principal.
Estava agora pouco participando de uma conversa referente ao assunto, o clichê "a vida imita a arte" ou vice e versa. Nela a mulher conta que ontem se deu conta que superou um amor antigo de dez anos. Um amor que não chegou a ser amor de namorado, é tipo aquele amor platônico, aquele amor que você faz de tudo pela pessoa até que ela te note e faça alguma coisa, mas como mencionado no começo, existem os melhores amigos que tentam mostrar que aquilo não está legal. A mulher contou com tanta alegria, e talvez alívio por ter superado aquele amor de dez anos que só pude perceber uma coisa muito importante, mas em mim. Ou tenho um sério problemas de memória, e eu sou eternamente grata por isso, ou até hoje não tive nenhuma paixão que durasse tanto tempo assim. DEZ ANOS. Caramba.

18 de Janeiro de 2019

Antes mesmo de publicar esse post, sim ele ficou "Na geladeira" por tanto tempo, tempo suficiente pra que eu pudesse me encontrar nessa situação: uma paixão que duram dez anos. Desses dez anos acredito que tive mais o sentimento da minha parte, não posso afirmar com certeza de que em algum momento foi recíproco, seria doentio? Qual é o tempo limite pra deixar que o passado permaneça no passado?
Confiei, me apeguei à ideia de que por ele ser meu amigo de longa data seria maravilhoso se algo a mais surgisse. A questão é que esse algo a mais nunca existiu, sempre compartilhei da minha vida amorosa e fiquei ciente da dele. Isso não dói? Por que temos essa necessidade de mascarar sentimentos, aceitar migalhas e acreditar numa coisa que talvez não seja pra ser vivida?
Essa reflexão não é pra causar ódio ou revolta, é simplesmente pra acordar, cair na real que exigir reciprocidade de tal sentimento é triste, e nos faz ficar parado no mesmo lugar, pelo menos emocionalmente.
Minha busca atual é a liberdade, mas por onde começar? Libertando esse sentimento antigo seria um começo? Quem sabe?! Talvez só o tempo mesmo, ironicamente.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

desfragmentando.

É interessante analisar o progresso que fazemos durante certos períodos de nossa vida, podem demorar anos, meses, ou semanas. Se o seu hoje encontrasse com o seu ontem, certamente haveria estranhamento, assim como se o seu hoje encontrasse com o seu amanhã. É confuso ter esse tipo de pensamento, ainda mais porque ocasionaria uma porção de outros questionamentos filosóficos. (parei de escrever aqui e abandonei, isso foi dia 28/10/2013. Eu poderia acrescentar aqui o que estava fazendo naquele dia, o que me fez ter a brilhante ideia de criar um blog, escrever algumas palavras e desistir, porém não lembro. Talvez seja por isso que tenha criado, afim de lembrar das coisas, analisar progressos e registrar momentos, pensamentos e reflexões).

Nossa agora joguei uma intriga na minha mente, o que deu em mim em montar um blog naquela época? Se fosse há alguns anos antes até faria sentido por causa da faculdade, aliás ando bem nostálgica ultimamente ativei o twitter, e tenho amado. Só não volto pro orkut porque né...mas enfim, na época da faculdade era bem comum fazermos experimentos das ferramentas de mídia. Sou formada em Publicidade e Propaganda, e não, não estou trabalhando na área devido a frustrações internas talvez, e minha frustração ao ler a parte antes do parênteses, escrita por mim há 3 anos atrás chega a ser um tanto preocupante.

A verdade é, quantas vezes adiamos coisas simples? Ou complicamos coisas que nem são tão complicadas assim? Somos nossos próprios inimigos, muitos psicólogos estudam afirmam isso.

Então já que decidi tirar a teia de um post que estava parado, atrapalhando meu progresso, não que meu progresso dependa disso, mas sim o fato de agir, HOJE o meu "querido nada" tem uma nova função, ser um nada cheio de coisas (?)